Criminosos, travestidos de grevistas, tentam barrar pacientes na porta do HPM


Todo trabalhador brasileiro tem o direito à greve, o que é garantido pela Constituição. No entanto, o que não se pode fazer, ainda que sobre o pretexto trabalhista, é agir criminosamente para, de má fé, impedir que cidadãos comuns sejam atendidos. Na manhã desta quarta-feira, dia 16, a cidadã Ana Paula dos Santos Amaral levou o seu filho para a realização de uma cirurgia, marcada para o ambulatório do HPM. No entanto, ela foi abordada por "grevistas" (não identificasos) que lhe informaram que a cirurgia não seria realizada porque "faltava material esterilizado".

Indignada, Ana Paula buscou a direção do HPM e se assustou ao ver que, ao contrário do que dizem os "grevistas", o hospital funcionava normalmente e que a cirurgia seria realizada na hora marcada. Ainda mais revoltada, ele foi à polícia e denunciou os criminosos que, por simples motivação política, tentaram impedir a operação de seu filho.

A "greve" do HPM já havia sido declarada ilegal. Tramada pelo Sindsprev, sindicato com sede no Rio e controlado pela deputada Enfermeira Rejane (que esteve no mês passado tentando invadir a prefeitura, ao lado do vereador Igor Sardinha - Leia mais sobre isso aqui). O Sindisprev foi condenado a uma multa de 10 mil reais e a sua greve só teve a adesão de 15 funcionários. Revoltados pela decisão judicial e pela pouca adesão entre os servidores do HPM, os membros do sindicato resolveram apelar e partir para esta conduta criminosa. Que bom que a cidadã Ana Paula não puxou brasa para a sardinha deles.

Veja abaixo o termo de declaração assinado pela mãe do paciente:


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© 2023 por André Luiz Cabral