Feminismo radical contamina a Cidade Universitária de Macaé (+18)

September 5, 2017

 

Regado a drogas, performances "lacradoras" e textões no face, o movimento radical feminista chegou com tudo na região. O primeiro sinal foi em 2014, quando alunas do curso de psicologia da UFF em Rio das Ostras realizaram o "evento" Xereca Satanic (com apoio dos professores!). Na ocasião, as feministas contrataram a "artista" feminista Raíssa Vitral, conhecida nacionalmente por ter enfiado a imagem de uma santa na vagina em uma missa com a visita do Papa Francisco. Em Rio das Ostras, o instrumento de protesto foi a mesma vagina de Raíssa, mas em vez de usar uma santa como "consolo", a mesma resolveu costurar a "perseguida". O evento, como pretendia, "chocou a sociedade", mas sabem qual foi o seu efeito prático? Nenhum. Rio das Ostras continua sendo a cidade do interior com o maior número de estupros. 

 

Na mesma linha, embora mais "light", o feminismo patológico chegou ao Complexo Universitário (CU é lindo!) de Macaé. Uma parede pichada com frases lindas de protesto como "Danço sem calcinha, mas a buceta continua sendo minha" e "minha buceta é poder" chamou a atenção. Só uma postagem minha em minha página pessoal no face teve mais de 1800 compartilhamentos. Nos comentários, descobri que o ato de vandalizar a parede foi consentido por professores da instituição (que lindo!). No entanto, as palavras de baixo calão mostram uma verdade inconveniente: além de vulgares, muitas de nossas universitárias precisam estudar mais e "lacrar" menos. Afinal, não precisa ser um "jênio" para ver erros de português na parede. 

 

Embora não tão grave assim, o mural feminista é um sintoma do radicalismo que está chegando ao nosso complexo universitário. Qual será o próximo passo? Chamar Raíssa para costurar a própria vagina, ou se masturbar com a imagem de uma santa? Cagar na foto de Bolsonaro em pleno bandejão da universidade? Se os professores permitem palavrões em uma parede, o que mais permitirão? Afinal, a tendência é sempre piorar.

 

Disso tudo, só fica uma pergunta: qual é o efeito prático disso tudo? Como paredes pichadas, vaginas costuradas ou ânus arrombados (ah, o marido de Raíssa costuma participar das perfomances enfiando crucifixos no ânus) mudarão a sociedade? A passividade destes professores, que permitem a doutrinação ideológica (ou são  os próprio doutrinadores) em ambiente acadêmico me faz lembrar o poema No Caminho com Maiakóvski, de Eduardo Alves da Costa: 

 

"[...]

Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.

[...]"

 

O Feminismo é o mais frágil dos radicalismos. Mas, não duvide de seu potencial lesivo. 

 

 

 

 

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