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#FakeNews: empresa de Macaé jamais contratou serviço de espionagem


Companhia foi alvo de matéria caluniosa reproduzida em revista

Com sede em Macaé, a Transforma Gerenciamento de Resíduos teve o seu nome citado em uma reportagem da revista Época de forma equivocada e indevida recentemente. A reportagem acusa o delegado chefe da polícia civil Rivaldo Barbosa de utilizar recursos da Secretaria de Segurança Públicas (funcionário, equipamentos e programas) para supostamente realizar “serviços de inteligência” (leia-se espionagem) para seus clientes.Entre os clientes da empresa — que na verdade pertente à Érika Andrade, esposa de Barbosa — foram listados pela revista a Brookfield, a concessionária de energia Light e a Transforma Gerenciamento de Resíduos.

Procurado pela equipe do blog, no entanto, o presidente da Transforma, Ricardo Rezende esclareceu que a empresa jamais contratou qualquer serviço de espionagem, como sugere a matéria, que foi reproduzida equivocadamente também aqui no blog. De acordo com Rezende, ao contrário do que a matéria sugere, a Transforma apenas contratou um serviço de implantação de Compliance Trabalhista que inclui pesquisa eletrônica de seleção de mão de obra (praxe entre as companhias do ramo). “Temos 230 funcionários em nossa empresa e é impossível saber exatamente qual é a origem e a idoneidade de cada um. Por isso, atendendo a sugestão do gerente de logística da empresa à época, contratamos a empresa Armis para realizar este trabalho de Compliance Trabalhista, apenas pelo período de quatro meses e nada mais”, conforme consta na proposta de prestação de serviços enviada pela Armis.

A transforma — Genuinamente macaense, iniciou suas atividades em 2003 e atua nas áreas de coleta, transporte, armazenamento temporário, blendagem, tratamento de efluentes industriais e sanitários com osmose reversa. A Transforma, durante todo este período jamais se envolveu em qualquer escândalo ou irregularidade e encontra-se em plana implantação de seu programa de integridade (Compliance) atendendo a legislação anticorrupção em vigor no Brasil desde 2014, bem como implantando mecanismos de governança corporativa que ajuste cada vez mais a empresa às boas práticas do mercado no que diz respeito a uma cultura ética e transparente.


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© 2023 por André Luiz Cabral