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Com 500 milhões a menos em 2017, Dr. Aluízio terá que fazer mais cortes


Tempestades à vista na administração municipal. Com uma queda acentuada no orçamento previsto para 2017 (de R$ 2,4 bilhões para R$ 1,9 bilhões), Macaé terá muitas dificuldades no ano vindouro. E Dr. Aluízio, para manter a folha de pagamento em dia, terá que fazer ainda mais cortes em sua equipe de assessores. E olha que o número já caiu bastante. Mesmo assim, os cortes foram insuficientes. Com a arrecadação própria do município (ISSQN e ICMS) em queda livre não há como manter a folha de pagamento nos patamares atuais.

Nos últimos governos, uma série absurda de concursos públicos fez Macaé ter a maior quantidade de servidores do interior: para se ter ideia, Macaé, com 200 mil habitantes, tem 17 mil servidores no total. Niterói, com quase 1 milhão de habitantes, tem apenas 12 mil.

Ainda que corte todos os seus 1200 assessores (isso incluindo Secretários, subsecretários, chefes de gabinete e todo o corpo técnico da prefeitura), a folha não fecha. Atualmente a folha de pagamento da cidade é de cerca de R$ 1 bilhão. Com 1,9 bilhão em arrecadação, o orçamento será o mais apertado da história da cidade. Talvez seja por isso que o prefeito mal comemorou sua esmagadora vitória na eleição (lembrando que ele foi reeleito com 63 mil votos). Com as medidas "duras" que se avizinham no horizonte, dificilmente ele chegará ao fim do segundo mandato com a aprovação tão alta.

#DrAluízio #Assessores #Cortes

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© 2023 por André Luiz Cabral