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Contrato milionário com Odebrecht em Macaé foi assinado por Riverton Mussi


Festa na oposição macaense! Afinal, pela primeira vez em quase três anos e meio o nome do prefeito Dr. Aluízio foi citado em alguma suspeita, além daquelas que surgem todos os dias no Facebook. O prefeito de Macaé, Dr. Aluízio teve o nome citado na planiha encontrada com um alto executivo da Odebrecht durante operação da Polícia Federal em em que mais de 200 políticos (entre eles governadores, deputados e senadores) foram citados com supostos repasses de dinheiro, feito pela empresa.

Em Macaé, o prefeito negou que tenha recebido diretamente um centavo sequer da empresa, e disse que a mesma teria feito uma doação, legalizada, ao comitê central de seu partido, que na época em que a planilha se refere, era o PV. Claro que ninguém da oposião aceitou a explicação. Uns falam em propina, outros em Caixa 2. Porém, o que ninguém sabe é que a ligação da Odebrecht com os políticos vai muito além daquela lista em que o atual prefeito é citado. Na verdade, esta relação tem mais a ver com a aposição que hoje faz acusações do que com o próprio prefeito, agora acusado. E eu explico.

Para entender do que falamos, precisamos voltar ao ano de 2012 quando, ao apagar das luzes de seu governo, o então prefeito Riverton Mussi assinava um contrato de R$ 634 milhões com a empresa Foz de Macaé que, mais tarde se transformaria em Odebrecht Ambiental. O contrato, portanto, que a oposição coloca em suspeição é justamente aquele que foi assinado quando a maioria dos oposicionistas de hoje estavam no poder: Chico Machado era secretário, Igor Sardinha, vereador da base (e tinha o pai secretário) e o próprio Riverton era o prefeito. Danilo Funke, justiça seja feita, é o único que não tem impressões digitais pessoais ou familiares no contrato.

Para piorar, a relação entre a Odebrecht e o "Grupo Riverton" não para por aí. Alguém aí lembra da "Macrodrenagem"? Pois bem, no projeto, executado por Riverton e sua trupe, foram gastos R$ 277 milhões. Advinha quem era a empreiteira da obra?

#Riverton

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© 2023 por André Luiz Cabral