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Macaé, a Capital Nacional do Boato


Você consegue lembrar de quantas quentinhas estragadas já foram distribuídas? E de quantas vezes o prefeito, em um surto psicótico, quebrou o próprio gabinete? Pois bem, estes são apenas alguns exemplos de boatos que surgiram na Internet nos últimos meses. E o pior, muitos destes boatos acabaram virando "verdades" para algumas pessoas. Reflexo de uma geração de macaenses que "entuba" qualquer informação sem nem ao menos checar antes.

Seria, no entanto, injusto afirmar que nossos boateiros virtuais são pioneiros na arte da infâmia. Há algum tempo atrás, um senhor conhecido de Macaé, chamado "Cunha" foi preso em flagrante distribuindo um folheto falando mal de autoridades, fatos sem comprovação, como por exemplo orgias que teriam sido realizadas dentro de quarteis e desvios de conduta de juízes. Ele pagou caro pela ousadia. Muitos outros, no entanto, ainda estão por pagar.

A verdade é que, atrás de uma tela, na segurança de sua mesa ou telefone, todo mundo se sente valente. E, neste caso, a reputação alheia pouco importa. Quanto o objetivo é atingir adversários políticos então... Tal boataria já fez vítimas conhecidas no meio político macaense. Não foram poucos os boatos relativos ao ex-prefeito Riverton Mussi e a respeito de "festinhas" que só aconteceram na mente criativa de quem propalou o boato. O atual prefeito, que é médico, já foi acusado de manter uma clínica de aborto. Na região, a então candidata a prefeita de Quissamã em 2008, Fátima Pacheco (PT), foi acusada de fazer rituais satânicos com crianças. Tudo mentira!

Cabe, portanto, às autoridades estarem atentas a esta onda criminosa. A Polícia Federal de Macaé já está ne olho em alguns engraçadinhos. Depois, não vão acusar as autoridades judiciárias de censura. Uma coisa é liberdade de expressão. Outra é passe-livre atacar a moral alheia.

Fica a Dica!

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© 2023 por André Luiz Cabral